Casa da Xica da Silva, Diamantina
- 27 de jan. de 2016
- 1 min de leitura
Gente, primeira frustração da viagem: a casa da Xica.
Historiadores amigos, não me matem, vou explicar.
Primeiro que nós criamos uma expectativa alta quando não procuramos nada sobre ela na internet e também quando da dificuldade de fazer a visitação em si.
Ela só funciona de terça a sábado de 12h-17:30h e no domingo somente até as 13h. Magicamente, sempre chegávamos lá fora desses horários. A plaquinha que diz os horários é um papel ofício impresso bem pequeno e pregado na porta bem lá no alto. Ok, Ok, eu que não me informei melhor.
Então na quarta-feira conseguimos nos organizar pra ir lá.
A visita é grátis, só chegar e andar pelos cômodos da casa e, sério, em 5 min você completa o percurso.

A casa é vazia. Não tem mobiliário a não ser um armário e pinturas atuais de um pintor 'apaixonado' pela Xica. Os quadros são bonitos, mas a atração seria a casa em si, o mobiliário, os costumes e etc.
O guardinha explicou que quando o IPHAN assumiu a casa já estava vazia. Tinha gente morando com móveis atuais e eles tiveram que sair. Não houve um trabalho de reconstituição, mesmo que artística, do fluxo da casa. Nem diz qual era o quarto dela, ou a cozinha, nada.
Sobre a história em si, tem uns 2 quadrinhos explicando quem foi Xica da Silva e os momentos de restauro da casa.
Achei a casa bem cuidada, até porque passou por restauração, mas a visita não me acrescentou em nada. Fiquei triste.



























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